Palestras, workshops e treinamentos para transformar relacionamento e experiência em matrículas, permanência e resultados.
Um workshop para integrar a visão pedagógica e comercial, mostrando como cada pessoa da instituição influencia a percepção de valor, a decisão de matrícula e a permanência de alunos e famílias.

CONEXÃO
Relacionamentos que geram confiança, proximidade e pertencimento. Cada contato é uma oportunidade de criar vínculos e fortalecer a percepção de que alunos e famílias são verdadeiramente acolhidos.

VALOR PERCEBIDO
Quando o valor é claro, a escolha ganha sentido. Comunicar aquilo que torna a instituição relevante ajuda alunos e famílias a reconhecerem seus diferenciais e compreenderem por que escolher a instituição.

MATRÍCULA
A escolha é consequência do valor percebido. Quando relacionamento, comunicação e proposta educacional estão alinhados, a instituição cria condições para transformar interesse em confiança e confiança em matrícula.

PERMANÊNCIA
A matrícula é o início da experiência, não o fim da venda. Uma experiência positiva fortalece vínculos, confiança e pertencimento, criando razões para que o aluno e sua família continuem escolhendo a instituição.

INDICAÇÃO
Uma boa experiência não termina no aluno. Quando existe satisfação, confiança e vínculo, a experiência pode ser compartilhada e transformar alunos e famílias em promotores da instituição.
Palestrantes condutores do workshop

Alexandre Bernardo - A matrícula antes da matrícula.
Há mais de 28 anos, leva aos palcos uma combinação de humor, emoção, histórias e conteúdo para transformar conhecimento em experiência. Especialista em vendas, comportamento e relacionamento, desenvolve conteúdos voltados à percepção de valor, comunicação, atitude comercial e construção de relacionamentos que geram resultados.

Karina Bolzam - A experiência educacional que gera valor.
Mais de 20 anos de atuação como executiva e assessora de estratégia em grandes redes educacionais, com experiência internacional, especialmente na Dinamarca e nos Estados Unidos, onde realizou estudos acadêmicos sobre Neurociência da Felicidade. Treinou milhares de educadores para alta performance, excelência educacional e resultados sustentáveis, integrando estratégia, experiência educacional e desenvolvimento humano.
Alguns Clientes
O Conteúdo Informa. A Forma Faz Comunicar.
Quando comecei a fazer palestras, em 1998, aos 25 anos de idade, além da experiência pessoal, busquei conteúdo relevante, embasado, comprovado e testado por mim mesmo dentro do universo em que atuava, predominantemente vendas, liderança e motivação.
Mas senti que era importante cuidar da forma também, e não apenas do conteúdo. Lembrei de professores que tive e que eram especialistas nas matérias que ensinavam, porém não conseguiam alcançar os alunos. Eram aulas chatas, desconectadas. Era como se fosse obrigação do aluno aprender e o professor — ou melhor, alguns professores — não se importasse se o conhecimento de fato chegava ao aluno.
Da mesma forma, tive alguns professores que foram verdadeiros mestres inspiradores, verdadeiros líderes na condução do aprendizado. Conseguiam despertar nos alunos o desejo de aprender. Até mesmo matérias consideradas difíceis e fora da minha “vocação” passaram a ser algumas das minhas preferidas depois da experiência com professores que eram, de fato, comunicadores.
Com base nisso, fiz cursos de oratória que, de certa forma, foram interessantes, mas sentia que existiam camadas mais profundas na comunicação. Então, fiz um workshop sobre teatro e me deparei com uma proposta realmente profunda sobre comunicação. Entrei no curso e me formei em Artes Cênicas.
Na sequência, estudei clown (palhaço), que foi um divisor de águas na minha carreira. Enquanto o ator constrói um personagem de fora para dentro, o palhaço traz de dentro para fora uma intenção visceral, sua essência. Ainda fiz um curso de cinema, por se tratar de uma metodologia diferente do teatro e do clown.
E, sem perceber, tinha me tornado especialista em comunicação — ou seja, na forma.
O que muitas pessoas consideram um dom da comunicação, como o carisma, por exemplo, descobri que pode ser aprendido. Confirmo isso ao compreender como um ator pode construir um personagem carismático.
Em resumo, existe uma preparação, uma consciência, uma intenção, um estado de prontidão que se traduz em presença de palco e magnetismo. É isso que faz com que o conteúdo chegue, atravesse resistências e encontre o outro. E essa forma pode ser aprendida e desenvolvida.
Inclusive, se um ator não consegue se conectar com sua audiência ou plateia nos primeiros segundos de sua apresentação, o telespectador muda de canal. Portanto, podemos afirmar que comunicação é conexão.
Se não conecta, não comunicou.
